Que tal você voltar para uma época que marcou a sua vida?! Ou, relembrar costumes, moda de sua geração?! E, se eu disser a vocês que isso pode acontecer? Calma. Não estou nenhum pouco doido, ou coisa do gênero. Apenas estou afirmando que pode sim, acontecer. E vocês me perguntam: “Como?” E eu responderei: Assistindo ao canal por assinatura. Sim. Um novo gênero da televisão, que uns tempos atuais vêm ganhando mais espaço e prestígios entre os brasileiros. Mas, qual o segredo disso tudo, para ganhar tanto espaço assim?! A resposta é simples e clara: Na forma de criar. Como diz um velho ditado, que foi mencionado pelo maior comunicador e humorista que a televisão brasileira viu até hoje, o nosso saudoso Chacrinha, quando diz: “Na televisão, nada se cria, tudo se copia.” Ok. Posso até concordar com essa afirmação, em termos, mas será que a televisão é uma espécie apenas de “clonagem” de programas?! Certo modo sim, mas não é apenas “clonar” certos tipos de programas que o publico está querendo assistir. Hoje em dia, o que vemos ultimamente é certos programas que a TV aberta nos apresenta, que cá entre nós aqui, são um lixo. E o que os produtores das emissoras estão preocupados em conseguir?! Liderança. Essa é a palavra. Eles estão querendo ibope, está entre o topo. É como eles tivessem numa corrida de cavalo, onde as emissoras são os cavalos e os apostadores são os produtores, e vence quem chegar primeiro. Porém, o que eles não sabem, é que nessa “corrida dos cavalos” não depende apenas, e exclusivamente, do “cavalo” para ter o mérito de ganhar, e sim, dos espectadores, o grande “cavalo” da corrida. Pobres apostadores perdem milhões em não pensarem nisso...
Contudo, entre essa corrida para a liderança, podemos dizer assim, está se destacando aquele “cavalo” que aparentemente era fraco, sem expectativa nenhuma, e que cada vez mais vem alcançando o seu mérito pela liderança. Sim. A TV por assinatura vem ganhando muito prestigio e cada vez sendo mais assistida pelos brasileiros, que antes era apenas assistido pelas classes A e B, agora podem ser assistidas para diferentes classes, pelo custo acessível que está havendo. Tudo isso pelo seu modo de criar. Eles não estão apenas preocupados com o Ibope, mas, sim, com a forma de criar, apresentar programas ao público. Um exemplo disso é o Canal de assinatura que a TV Globo possui, o canal Viva. Uma jogada de mestre da emissora em promover um canal, onde podemos assistir, ou até mesmo relembrar certos programas, novelas antológicas da nossa televisão brasileira, que infelizmente, não se fazem mais. Bem, com isso eu pergunto: É apenas criar?! Não. E sim, saber reciclar. Claro que os tempos são outros, com o avanço da tecnologia, com as diversas maneiras que podemos assistir à televisão, isso faz, sim, com que os índices de audiência caem e não ficam sendo a mesma coisa do que há 20 anos atrás. Mas será que é apenas isso?! Claro que não. É o desgaste. O público brasileiro está cansado de ver programas, novelas sem nenhum conteúdo interativo e que foge totalmente do interesse dos espectadores.
Afirmo e dou o maior apoio, sim, em produzir programas de qualidades para o expectador em TV Aberta. E , porque não “copiar” certos programas da TV por Assinatura, hein?! Claro, com maior cautela, e saber distinguir o bom do ruim. Mas sou de acordo. E, pelo o que eu vejo ultimamente, estão aderindo a esse aspecto de nova “modelagem”, claro que ainda precisa de muitos ajustes, mas tem certos realities shows bons de serem vistos, certos seriados, aos moldes da TV Americana, bons de serem assistidos. Mas, ainda, é preciso que a Televisão Brasileira ache o seu jeitinho “brasileiro” nesses programas, não é apenas copiar, e sim saber copiar e colocar a sua marca.
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